quinta-feira, 3 de março de 2011

Potiguar brilha em concurso de imitações da Rede Record

O potiguar Gibran Torres participou do concurso “Melhor imitador do Brasil” do programa “Tudo é Possível” que vai ao ar neste domingo (06/03) a partir das 15 horas pela REDE RECORD de São Paulo.

O humorista gravou dois programas na sede da emissora paulista no final de fevereiro de 2011, apresentando mais de dez imitações dentre elas os ex-presidentes Lula e FHC, os jogadores Ronaldinho e Romário, os cantores Belo e Maria Betânia, o jornalista Paulo Henrique Amorim além de vozes de personagens de desenhos animados.

Os programas vão ao ar em Natal através da TV Tropical (Canal 8 VHF) nos dias 06 e 13 de março.

GIBRAN TORRES
Radialista por formação, estudante de Jornalismo e humorista nas horas vagas, trabalha profissionalmente com humor desde 2006, com passagens para Radio, TV e Teatro, bem como animações para empresas e aulas da saudade. No ano de 2006 participou do Programa Bagaço na 96 FM de Natal, com interpretação de personagens como Cid Moreira, Silvio Santos, Lula, Alexandre Frota, Fofinho Silveira, Ney Latorraca, dentre outros. No mesmo ano participou do Programa Bagaço e da cobertura do CARNATAL da TV União de Natal. Em 2009 Fez participação especial em dois shows do humorista Mafaldo Pinto no Teatro Alberto Maranhão, interpretando Silvio Santos, Lula, Garibalde e Cid Moreira.

Contatos:
Gibran Torres: 8844-5344
gtfranca@hotmail.com
http://gibranhumorista.blogspot.com

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Já começou a Semana BNB de Oficinas Culturais de Caiçara do Norte e São Bento do Norte


Arte Desenvolvida para a Semana BNB de Oficinas Culturais de São Bento e Caiçara do Norte em 2011, uma realização do coletivo Caminhos Comunicação & CUltura.

Foto: Alexandre Santos 
Arte: Jeferson Rocha

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Alunos da UFRN de Santa Cruz promovem Feira de Parasitologia

Alunos do terceiro período de Enfermagem da UFRN de Santa Cruz realizam na última quinta-feira (25/11) a II Feira de Parasitologia. O evento que contou com a participação de cerca de 40 alunos teve o objetivo de informar sobre os parasitas que podem ser encontrados na região do Trairí, suas doenças e formas de prevenção. As atividades fazem parte da disciplina Interações microbianas, parasitarias e imunológicas, ministrada pelos professores Dany Kramer e Débora Aloíse.
Durante toda a tarde alunos do Ensino Fundamental e Médio das escolas públicas de Santa Cruz participaram de atividades interativas divididas em quatro ambientes decorados com os temas Piolho, bicho de pé, Toxoplasmose (Doença do gato), Ameba, Giardia, Lombriga e Doença de Chagas.

Para a professora Débora Aloíse, a atividade foi desenvolvida a partir do comportamento dos alunos do curso. “Vimos que tanto na comunidade quanto os alunos não sabiam de informações básicas de prevenção, daí propomos essa atividade que ajuda na fixação e prevenção”, comenta.
Para envolver ainda mais a comunidade, os alunos criaram jogos, transformaram salas de aula em casas de taipa, lanchonete e numacabeça gigante, e também se caracterizaram de gatos, amebas e piolhos, como foi o caso da aluna Fabíola Chayenne que a atividade é importante pois “ajuda a fixar o conteúdo ao mesmo tempo que transmite os conhecimentos à comunidade de uma forma prática, dinâmica e eficaz”.

Todas as atividades são avaliadas por ex-alunos da disciplina que também apresentaram trabalhos similares no semestre passado (2010.1).

FOTOS:Jeferson Rocha

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Boas Festas!!!


Título: Cartão de Natal 2009
Cliente: Família Rocha
Arte: Jeferson Rocha

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A cocada que faz milagres

Vendedor de cocadas bem vestido e humorado sai da prisão, investe no doce e espera ser empresário

Caroline Reis, Danielle Pontes e Jeferson Rocha

“As únicas que removem as cáries dos dentes, as manchas da pele, faz crescer os cabelos fortes, macios e sedosos. São as únicas cocadas que você pode comer sem engordar porque são light e diet, energética, afrodisíaca, tem cálcio, ferro, zinco, sais minerais, são riquíssimas em proteínas, tem vitaminas A, B, C, D, E, F, enfim, tudo isso ao preço de apenas R$ 1,00. Olha gente, organizem uma fila”. É assim, de forma inusitada, que os usuários dos ônibus de Natal têm sido surpreendidos pelo vendedor David Isaac, mais conhecido com David das Cocadas.


Negro, com seus 32 anos, de calças e mangas compridas, vende cocadas anunciando seus produtos como se fosse locutor de rádio, com muita alegria e estilo próprio. Vendedor de cocadas há 10 anos ele nos conta as dificuldades, preconceitos e o que modificou a vida que levava antes como traficante em Recife.

Diariamente David e sua esposa se levantam cedo para fabricar artesanalmente as cocadas, desde abrir o coco, ralar e levar ao fogo à lenha - método utilizado para dar um sabor diferenciado a cocada e baratear os custos. Depois de prontas, as cocadas são embaladas em pequenos pacotes com seis unidades cada e organizadas em caixotes de plástico para serem vendidas ao preço de R$1,00. À tarde, por volta das 16h David se veste e caminha para a parada onde passa o 59, primeiro ônibus que o leva do Guarapes até a Av. Bernardo Vieira, de onde parte para começar suas vendas. “Dependendo do horário, vendemos em média 120 pacotes. As melhores áreas para venda é a Zona Norte e Sul. Moro na Zona Oeste, mas não atuo. As linhas que mais me beneficiam são a 02, 60, 79, 77, 73, 07 e a melhor é a 60”, afirma David em tom rebuscado.

A idéia de vender cocadas surgiu em Recife há cerca de 10 anos, quando David saiu da cadeia depois de cumprir uma pena de mais de 1 ano e 7 meses por porte ilegal de armas, tráfico de drogas, assalto a mão armada, formação de quadrilha, homicídio e latrocínio. Naquela época, David se lembrou da sua avó que fazia e vendida cocadas para cuidar dele e de seus irmãos, e decidiu fazer o mesmo, transformando o doce numa forma de ganhar a vida, vendendo nos metrôs e depois nas praias de Recife.

Já em 2004, David veio para Natal onde mudaria de emprego, mas por causa do preconceito não consegue o trabalho sonhado e decide voltar às cocadas. E são elas que ajudam a manter a família, filhos, pagar aluguel, água, luz e todos os gastos. “O que ganho é confortável para sobreviver, que me falta é uma boa administração. Eu não sei administrar o dinheiro que ganho”.

Com ao aumento das passagens de ônibus e dos gastos de produção, David percebeu que havia necessidade de um diferencial para aumentar as vendas. E assim surgiram as brincadeiras que chamam a atenção das pessoas e para completar, a idéia de produzir o “nego bom”, um doce a base de banana de difícil produção, mas que é novidade no estado e chama a atenção principalmente dos turistas. “Eu havia tentado fabricar o doce outras vezes, mas o processo de produção e cozimento é bastante complicado. Sempre trabalhei com as cocadas, visando comprar as máquinas para a fabricação do nego bom. Nós ainda não termos as máquinas, mas assim que comprarmos o nosso trabalho vai ser facilitado e esperamos vender muito mais. Nossa fabricação já tem um destino próprio que é o Shopping do Artesanato, Casa do Nordeste, Casa da Castanha”.

Prestes a abrir uma pequena empresa com a ajuda do SEBRAE, David deve deixar de trabalhar dentro dos coletivos a partir de Janeiro. A empresa que será chamada: “Doces Davinho” é uma homenagem ao filho. “Com isso usaremos outra forma de abordar o mercado. A venda das cocadas tem diminuído bastante, e por isso estamos apostando no nego bom”, declara emocionado ao lembrar do filho.

O “nego bom” é vendido em pacotes de 100g contendo 20 unidades e o 200g com 40. O de 200g é entregue hoje no mercado ao preço de R$ 1,50 e o de 100 R$ 1,00. Os produtos chegam a ser revendidos pelo dobro do preço em pontos turísticos. “Nos coletivos é possível vender 150 pacotes por dia. Porém, por não ser um doce conhecido, se faz necessário abrirmos em média 30 pacotes para degustação. Ao chegar em casa vi que tinha o gasto com passagens e a abertura desses 30 pacotes, tinham me levado R$ 50,00 . Como não temos como comprar material mais barato, nem baratear a mercadoria, a gente sempre acaba atribuindo isso como prejuízo”.

DA BALA À COCADA
A popularidade de David cresceu muito e em 2008 ele se tornou candidato a vereador pelo partido PTC (Partido Trabalhista Cristão) obtendo 509 votos. E por onde passa chama a atenção: desde os motoristas de ônibus já conhecidos, até seguranças de shoppings e outros vendedores, que reconhecem e o cumprimentam.

Mas nem sempre a vida foi de alergias e reconhecimento. David foi criado pelo pai e madrasta teve uma infância sofrida. Saiu de casa aos 8 anos de idade depois de uma surra e começou a perambular pela cidade do Recife, onde logo experimentou a maconha, cola e cocaína. “Cresci como trombadinha e cheguei a ser dono de 12 bocas de fumo, no Pernambuco era conhecido como ‘David Bala”.

Aos 21 anos a rotina de crimes acabou e David foi preso depois de denunciado por um inimigo, sendo indiciado a 120 anos de prisão e conduzido ao presídio Prof°. Aníbal Bruno, maior do Brasil e segundo da America Latina . “Acreditava que a policia queria me matar e não me prender enquanto era perseguido. Foi aí que Deus falou comigo. Joguei a arma fora e fui até a igreja e eu me converti. Isto foi numa noite de quinta-feira e na madrugada, às 5h da manhã eu estava sendo preso.”

Ainda na prisão ele resolveu mudar de vida e quando foi liberto, casou –se com sua atual esposa Silene Maria da Silva, que conheceu ainda no presídio. “A Silene tinha um irmão preso e quando ela ia visitá-lo eu ficava admirando-a”, conta David.

Vindo para Natal passou por um período de experiência num hotel de Petrópolis mas ao saberem do seu passado como detento o dispensaram. “Isso era algo que eu já temia sofrer preconceito por ser um ex-detento e acabou acontecendo. Foi então que voltei com a fabricação das cocadas, minha avó me levava nos morros de Recife para vender cocadas, tapiocas”, explica o vendedor.

Extremamente apegado a Deus, David hoje é pastor da igreja Missão Apostólica da Fé e vai à igreja nas poucas horas que sobra do trabalho durante toda semana. Mesmo com pouco tempo ele faz questão de agradecer diariamente ao divino por ter um trabalho para sustentar sua família de forma honesta e diferente de tudo que ele passou. “Hoje eu louvo a Deus porque a cocaína foi substituída por cocada ‘é cocada boa’. As balas das armas foram substituídas por balas de banana que é o ‘nego bom”.

SONHOS
A vida de David também é preenchida de muitos sonhos. Desde que começou a ter sucesso com as cocadas e com o “nego bom”, ele junta dinheiro para comprar sua casa própria no Guarapes, bairro onde mora e faz questão de investir. “Lá tem muita gente boa, mas ainda é considerado o bairro mais pobre do Rio Grande do Norte. O Guarapes só é lembrado quando acontece alguma coisa em termos a marginalidade. Mas existe mais gente boa do que pessoas consideradas ruins para sociedade”.

Além da casa, ele também gostaria muito de trabalhar com comunicação, aproveitando do seu modo claro de se expressar e até das brincadeiras de seus clientes que o chamam de “Silvio Santos”. “Meu sonho é ser radialista e eu já treino nos ônibus, me comunicando e brincando com as pessoas, e tenho fé em Deus que em breve estarei no rádio”.


FOTO JEFERSON ROCHA
Disponível também em:

domingo, 22 de novembro de 2009

ANDORINHA FERIDA E SEU COMPANHEIRO

ANDORINHAS.


Aqui sua companheira foi machucada e a condição é fatal
Ela foi pega por um carro enquanto voava baixo em uma rua.
Aqui ele traz comida para ela e a atende com amor e compaixão.


e trouxe comida novamente mas ficou chocado ao encontra-la morta.
tentou move-la ... um esforço raramente visto entre andorinhas!!
mas percebe que sua querida esta morta e que nunca mais voltara para ele...
ele chora tristemente a perda de seu adorado amor...
Permaneceu ao lado dela tristemente em sua morte... Finalmente consciente de que ela não retornaria jamais...
Permaneceu ao lado de seu corpo com tristeza .
Dizem que o fotografo vendeu estas fotos por um valor nominal ao mais famoso jornal da França;
Todas as cópias do jornal foram vendidas no dia em que estas fotos foram


publicadas. Pois, é de se comover mesmo.


E ainda falam que animais não sentem!!!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O rádio é tudo!

Por volta das 21h30, a ráidio Bandnews FM de São Paulo divulgou mensagens dos ouvintes que afirmavam que estava faltando luz em diversos pontos da capital. A partir daí, a locutora não parou mais de informar com a participação de ouvintes de outras cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná que também passaram a denunciaram a falta de luz.

Na mesma hora corri para os portais de notícia para ver o que estava acontecendo: O G1 e o R7 publicaram pouco tempo depois notas sobre o acontecimento, sendo que o da Record apresenta texto repetitivo e sem informações importantes. O da Globo já afirma que foi problema na usina de Itaipú. Até aí tudo bem, porque a essa hora da noite ninguém atende o telefone.

Agora estou ouvindo a CBN de São Paulo que vai além dos ouvintes, traz os repórteres com informações das cidades atingidas... isso é muito bom porque dá credibilidade ao veículo.

O pior de tudo é que agora há pouco estava lendo um texto do livro "Manual do Foca" de Thais de Mendonça que quastionava o que era notícia. Um acontecimento como esse é notícia porque realmente trata da proximidade (é um tema que mexe com muitas pessoas), em diversos aspectos, inclusive econômicos, pois muitos serviços estão sem funcionar pela falta de energia.

E essa notícia chegou primeiro no rádio. Talvez eu seja um dos primeiros potiguares a saber dessa informação e através do rádio. Por aqui não há radioescuta e a maioria das empresas não têm plantonistas. E apesar de não termos um rádio que realmente traga para o ouvinte o novo, que fure a concorrência, eu ainda amo esse meio de comunicação.

Ele chega a lugares onde nem mesmo as pessoas chegam e transmite informação em tempo real, muito melhor até do que o telefone ou o celular. Um bom exemplo acontece agora mesmo: Algumas operadoras de celular não funcionam neste momento na região sudeste e o mais interessante é que o rádio continua por lá. Basta ter pilha e você fica por dentro de tudo, o sinal é um só que vai longe, muito longe.

Enfim, este meio de comunicação fantástico que me fascina a cada dia, se revigora a cada "furo". Talves os jornais publiquem amanhã, mas, certamente, o rádio já estará discutindo os danos e achanbdo os culpados. Rádio é isso: é estar a frente de todos os outros meios; é se pautar nos fatos, e não nos jornais; é estar presente na vida das pessoas, pois ele é feito para elas com fatos que são de interesse público. Só espero chegar um dia, a trabalhar com radiojornalismo de verdade.